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Programas e análises toxicológicas auxiliam no controle ao uso de drogas nas empresas

Publicada em 07/05/2018

O consumo de drogas já foi comparado à peste bubônica dos nossos tempos, lembrando aquela epidemia infecciosa que matou quase 25% da população da Europa durante a Idade Média. A comparação é mais que figurativa, pois o sofrimento e a mortalidade causados pelas drogas na sociedade moderna têm um alcance ainda mais amplo, atingindo todos os cantos do planeta. Segundo relatório das Nações Unidas, as drogas hoje são mais potentes, mais baratas e mais viciantes que há 15 anos. Na contramão, as atuações irresponsáveis da mídia festiva e setores políticos divulgam notícias fictícias contrárias de que não fazem tanto mal, legalizando a maconha, restaurando o rebite, enaltecendo e romantizando o tráfico. Nada mais longe da realidade - a epidemia de opióides nos Estados Unidos tem matado mais de 47 mil pessoas e deixado mais de 5 milhões de viciados anualmente, ao custo de mais de centenas de bilhões de dólares no tratamento, recuperação e perdas patrimoniais. No Brasil, o consumo de drogas entre motoristas, principalmente os profissionais, resultou em mais de 45 mil mortes nas nossas estradas a cada ano e mais de meio milhão de feridos e aleijados, a maioria gravemente.

Fonte: Anthony Wong

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